Queiroz, a mulher da beira do rio
Na Amazônia coabitam a realidade e a fantasia em perfeita harmonia. No universo do imaginário destacam-se algumas figuras que bem poderiam ter sido criadas pela mente de grandes artistas: Curupira, Mapinguari, Matinta Perera, Cobra Onorato, Urutaí, Boto e muitos que de tão presentes na vida do caboclo se confundem com a realidade. E é nessa realidade que encontramos uma mulher, que de tão presente na vida do caboclo se confunde com o imaginário; Uma mulher beiradeira de pulso e posições firmes em defesa da cultura. Estamos falando de uma verdadeira poetiza que se utiliza das telas para escrever seus poemas e que assina suas obras com o nome de Rita Queiroz. Aprendeu com as águas do Rio Madeira: às vezes mansa às vezes turbulenta. Poderia ter alçado vôo para outras terras, como ave de arribação, mas preferiu permanecer em Porto Velho não desviando o seu foco de lutar pelos interesses do patrimônio material e imaterial do Estado de Rondônia. Assim é a mulher que já realizou exposições pelo mundo afora e que permanece humilde e acessível a todos que a procuram. Assim é Rita Queiroz.
Geraldo Cruz
Exposição “Andando Pelas Picadas”, realizada na Casa da Cultura Ivan Marrocos no período de
02 a 26 de outubro de 2009.
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Conheci a Rita quando participei da coletiva de maio de 2011, uma mulher fora de série, sou fã de todo o seu trabalho tanto das artes como também da sua luta pela em prol da cultura defensora mesmo parabéns!!!!
Conheci a Rita quando participei da coletiva de maio de 2011, uma mulher fora de série, sou fã de todo o seu trabalho tanto das artes como também da sua luta em prol da cultura defensora mesmo parabéns!!!!